terça-feira, 24 de maio de 2011

O poder do papel do professor hoje



O papel e a atuação do professor já não é há muito tempo a mesma do passado. Antes ele detinha “todo” conhecimento e depositava nos seus alunos aquilo que havia estudado. Porém, esse estudo era normalmente lido e repassado para eles sem reflexão ou visão crítica dos conteúdos.

Hoje, felizmente, podemos e devemos ensinar nossos alunos a pensar, a questionar e a aprender a ler a nossa realidade, para que possam construir opiniões próprias.

Para que isto ocorra o professor deve, em primeiro lugar, gostar e acreditar naquilo que faz, ou seja, através de seus atos e ações ele servirá de modelo para seus alunos; se ele ensina a refletir ele deve também refletir, se ele ensina a respeitar o próximo ele deve respeitar seus alunos e assim por diante. Deste modo ele está sendo uma prova viva daquilo que está ensinando, pois bem a sua frente existem seres humanos que estão sendo moldados por ele.

O aluno é como se fosse um solo fértil , onde o professor semeia suas melhores sementes para que se produzam belos frutos. A relação professor/aluno deve ser cultivada a cada dia, pois um depende do outro e assim os dois crescem e caminham juntos. E é nessa relação madura que o professor deve ensinar que a aprendizagem não ocorre somente em sala de aula. Se estivermos atentos aprendemos a todo momento e não só na escola com o professor. Assim, o aluno irá desenvolver um espírito pesquisador e interessado pelas coisas que existem; ele desenvolverá uma necessidade por aprender, tornando-se um ser questionador e crítico da realidade que o circunda. Como diz o filósofo: “O verdadeiro objetivo da Educação não é meramente prover informação, mas o estímulo de uma consciência interna” (Al- Ghazali).

PROFESSORES QUE INSPIRAM, por Dr. Anthony P. Witham

” Professores que inspiram . . .

  • percebem que , em última análise, não irá contar o quanto seus alunos aprenderam , mas o quanto acumularam conhecimento e habilidades que possam ser usadas por toda a vida;
  • despertam o potencial infantil ao invés de reprimi-lo; elogiam o esforço de cada aluno ao invés de ignorá-lo, estimulam ao invés de encobrir a curiosidade da criança;
  • percebem que eles devem respeitar seus alunos, sem impor seus valores pessoais, pois cada um precisa explorar e estabelecer seus valores próprios;
  • ajudam os alunos a descobrir seus dons, porém esses talentos “escondidos” podem ser facilmente dominados se o principal enfoque estiver no texto ou na avaliação, e não na criança;
  • disponibilizam seu tempo espontaneamente e lembram-se de encorajar aqueles que têm mais dificuldades;
  • corrigem os erros do aluno e elevam sua auto-estima ao mesmo tempo;
  • motivam mentes jovens a pensar por eles mesmos , muito mais do que se preocupam com fatos que exijam memorização;
  • percebem que o maior de todos os presentes que eles podem oferecer a seus alunos não é seu talento pessoal ou sua esperteza, mas ajudar cada a um a descobrir e a se apropriar de sua própria esperteza e talento;
  • encorajam mentes a pensar, mãos a criar e corações a amar – professores que exigem muito e que recebem muito;
  • nunca se empenham em explicar sua visão pessoal de mundo, mas simplesmente convidam seus alunos a ficarem ao seu lado para que eles possam ver o mundo por eles mesmos;
  • minimizam as deficiências de seus alunos e realçam seu dom natural. Tais professores nunca forçam um dançarino a cantar nem um cantor a dançar. Eles permitem com que seus alunos acendam sua própria “lâmpada” no momento e da maneira deles;
  • acreditam que a comunicação em sala de aula não melhora se falada em voz muito alta;
  • acreditam que exemplo não é uma ferramenta de influências para impressionar mentes jovens, e sim a chave para moldar atitudes positivas, valores e hábitos de estudo para os alunos;
  • recordam seus alunos de que ganhar não é tudo na vida, mas ir em busca de seus ideais sim;
  • sabem que o presente mais valioso do mundo não é dinheiro nem livros, mas ter uma vida nobre;
  • não acham que eles têm que estar com seus alunos, eles querem estar com eles. Ensinar não é uma profissão , mas uma escolha que optaram em consideração ao próximo;
  • concordam com Eleanor Roosevelt que disse, “O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos”;
  • percebem que na vida de cada aluno existe um espaço esperando ser preenchido pelo professor, que pode comunicar auto confiança, criação de talentos que não foram descobertos e incentivo às atitudes na vida para o seu crescimento;
  • inspiram bons sentimentos nas crianças e na juventude, pois sabem que eles nunca irão conseguir medir o quanto influenciaram na vida de uma criança;
  • acreditam que algum dia seus alunos irão perceber que eu estou lá para ajudá-los a alcançar seus objetivos ou a completar suas tarefas, a melhorar sua auto-imagem e que existem algumas fronteiras que eles não podem alcançar;
  • acreditam no credo: “ensine aquilo que a sua consciência achar certo; ensine aquilo que a sua razão disser que é o melhor; ensine com toda o seu espírito e poder; faça o seu dever e seja abençoado”;
  • acreditam que aprender, fazer e ensinar acontecem quase que ao mesmo momento na vida -elas ocorrem normalmente simultaneamente. A criança que estamos ensinando a ler e a escrever está, ao mesmo tempo, nos ensinando sobre a inocência e a maravilha;
  • tentam garantir a cada criança oportunidades iguais – não se tornar “igual” mas “diferente”, compreender todo potencial do corpo, mente e espírito que ele ou ela possui;
  • optam por alternativas positivas em estabelecer disciplina em sala de aula, ao invés de depender unicamente das formas diversas de punição;
  • encorajam e afirmam para a criança não aquilo que ela é, mas aquilo que ela virá a ser;
  • estão sensíveis por saber o quanto suas palavras e ações podem afetar seus alunos positiva ou negativamente;
  • acreditam que um relacionamento positivo entre aluno e professor se origina através do respeito;
  • suscitam atitudes positivas em sala de aula e criam uma corrente contínua de pensamentos e idéias positivas;
  • são entusiastas, enérgicos e eternamente otimistas em relação à potencialidade de seus alunos;
  • concordam com o pensamento de Grayson Kirk’s que diz: “A função mais importante da educação, em qualquer grau, é desenvolver a personalidade do indivíduo e o significado de sua vida para ele mesmo e para os outros”.

Cintia Auilo

Eduque acima de tudo por amar aquilo que faz, pois este é o grande diferencial do verdadeiro mestre.

Mine teimosa.

Beijos

sábado, 21 de maio de 2011

Texto excelente sobre Alfabetização

RECEITA DE ALFABETIZAÇÃO


Por: Marlene CarvalhoPegue uma criança de 6 anos e lave-a bem.Enxugue-a com cuidado, enrole-a num uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula.Nas oito primeiras semanas, alimente-a com exercícios de prontidão, ou seja, exercícios para que ela fique pronta para aprender a ler.

Na nona semana, ponha uma cartilha nas mãos da criança. Tome cuidado para que ela não se contamine no contato com livros, jornais, revistas e outros perigosos materiais impressos, pois se isso ocorrer, ela vai querer ficar mexendo eles sempre.

Abra a boca da criança e faça com que ela engula as vogais, mande-a mastigar, uma a uma as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada, no mínimo, 60 vezes. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos. Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida faça com que a criança engula algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar.

Ao fim do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve, pelo menos, 70 % das palavras e frases engolidas. Se isto acontecer, considere a criança alfabetizada. Enrole-a num bonito papel de presente (a beca da formatura) e despache-a para a série seguinte.Se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a receita desde o início, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita quantas vezes for necessário. Ao fim de três anos, embrulhe a criança em papel pardo e coloque um rótulo: “ALUNO-DEFICIENTE.”

ALFABETIZAÇÃO SEM RECEITA

Por: Marlene Carvalho. Pegue uma criança de 6 anos ou mais, no estado em que estiver, suja ou limpa, e coloque-a numa sala de aula onde existem muitas coisas escritas para olhar e examinar. Servem jornais velhos, revistas, embalagens, propaganda eleitoral, latas de óleo vazias, caixas de sabão, sacolas de supermercado, enfim, tudo que estiver entulhando os armários da escola e da sua casa.

Convide a criança para brincar de ler, adivinhando o que está escrito: você vai descobrir que ela já sabe muitas coisas.Converse com a criança, troque idéias sobre quem são vocês e as coisas de que gostam e não gostam. Escreva no quadro algumas das coisas que foram ditas e leia para ela. Peça a criança que olhe as coisas escritas que existem por aí, nas lojas, nos ônibus, nas ruas, na televisão.

Escreva algumas destas coisas no quadro. Deixe a criança cortar letras, palavras e frases dos jornais velhos e não esqueça de mandá-las limpar o chão depois para não criar problemas na escola. Todos os dias leia em voz alta para a criança alguma coisa interessante: historinha, poesia, notícia de jornal, anedota, letra de música, adivinhação. Mostre para a criança alguns tipos de coisas escritas que talvez ela não conheça: catálogo de telefone, um dicionário, um telegrama, uma carta, um bilhete, um livro de receitas de cozinha, por exemplo.Desafie a criança a pensar sobre a escrita e pense você também.

Quando a criança estiver tentando escrever, deixe-a perguntar ou ajudar o colega. Não se apavore se a criança estiver “comendo” letras, até hoje não houve caso de indigestão alfabética. Acalme a supervisora e a diretora se elas ficarem alarmadas.Invente sua própria cartilha. Use sua imaginação e sua capacidade de observação para ensinar a ler. Leia e estude, você também.

Pedagogia Vinhedo

http://pedagovinhedo.blogspot.com/2009/05/alfabetizacao.html

Bolo de cenoura


Bata no liquidificador 3 ovos, 1 xícara (chá) de óleo e 3 cenouras sem pele picadas.
Quanto mais você bater, mais a cenoura vai se diluir, e ele ficará mais e mais amarelinho.

Batendo um pouco menos, você terá aquela massa com pequeninos pedaços de cenoura.

O meu é o primeiro caso. Então, 5 minutos de liquidificador!

Deite essa massa em uma tigela e acrescente 2 xícaras (chá) de açúcar peneiradas junto 3 xícaras (chá) de farinha de trigo. Esse é o pulo do gato que eu nunca iria imaginar…

Por fim, adicione 1 colher de sopa de fermento em pó químico. Daquele jeito, misturando levemente com o fouet.

Leve ao forno em uma forma alta, por 35 minutos.

A cobertura? Ah, é fácil!

Leve uma panelinha ao fogo médio, com 3 colheres (sopa) de chocolate em pó, 2 colheres (sopa) de açúcar, 1 colher (sopa) de manteiga e 1 colher (sopa) de leite integral, até derreter o açúcar.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Receita para crianças 2

Hoje trago uma receitinha que pode ser preparada para dar como lembrancinha às crianças:















Ingredientes:

  • bolacha maria
  • brigadeiro (quase no ponto de enrolar e já frio)
  • chocolate hidrogenado
  • palito de sorvete
  • confeitos coloridos (tem vários: cor de rosa com corações, azul com estrelinhas, verde com florzinhas ou pode ser o tradicional mesmo)
  • papel manteiga

Modo de fazer:

Pegue 1 bolacha e com uma espátula para geléia passe o brigadeiro (uma quantidade generosa). Coloque o palito, centralize e cubra com outra bolacha.
Aperte com cuidado para não quebrar e vá alisando a borda com
a espátula (não precisa deixar muito grosso o recheio normalmente eu
deixo um pouco mais que a espessura da bolacha).
Faça todas e deixe "secar" (até o brigadeiro criar uma casquinha em volta) + ou - por 2 horas.
Derreta o chocolate e mergulhe o pirulito. Vá banhando com o auxílio de uma colher, deixe escorrer um pouquinho e ponha no papel manteiga para secar e jogue os confeitos por cima (tem que ser rápido, pois o chocolate seca depressa) depois embale no celofane e amarre com fitilho.


















Fonte: http://artesdalo.blogspot.com/

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Site de festa personalizada muito legal


Encontrei no site do bebe.com este site de festas e papelaria persanalizada de onde tirei a matéria do bolo formigueiro e inclui a gelatina em crianças na cozinha.
Visite: balaconde.com.br

Crianças na cozinha


Se quando você imagina seu filho na cozinha só pensa no perigo dos utensílios domésticos e na sujeira e que “cozinha não é lugar de criança”, saiba que, se bem orientados, este universo pode ser muito útil no que diz respeito à sua formação, inclusive muitas escolas já incluiram a disciplina no currículo. São inúmeros os objetivos que podem ser atingidos ao desenvolver algumas receitinhas com seus filhos, tais como:
- Alfabetização;
- Oralidade;
- Noção de quantidades e proporções;
- Primeiras impressões de fenômenos químicos e físicos;
- Incentivo à alimentação saudável;
- Aprendizado de regras de higiene e prevenção de acidentes;
- Estímulo da memória, autonomia e cooperação.
Com crianças de 2 a 4 anos pode-se trabalhar tanto noções de matemática (contando as quantidades dos ingredientes, o tempo que demora para assar etc), quanto a oralidade (pode-se trabalhar as cores dos ingredientes, o singular e o plural, o nome das frutas etc).
Já com crianças com 5 anos em diante, ao ser desenvolvido uma simples receita, pode-se estimular: a Alfabetização (na leitura dos rótulos dos alimentos, na escrita espontânea - ao copiar uma receita por exemplo e mesmo a extrutura de um texto - já que a receita é dividida de uma maneira específica, onde cada parte tem sua função; a Matemática (ao se questionar quantidades, proporções e medidas); e, até mesmo, Química e Física (através da transformação dos alimentos).
Sem contar com a oportunidade ímpar de se partilhar um momento inesquecível com seu filhote que, com certeza, ele contará com um misto de saudade e alegria, para seus netos...
Com tantas vantagens, é hora de se caprichar na culinária em família. E deixe seus filhos colocarem, literalmente, a mão na massa.

Bolo Formigueiro

1 xícara (chá) de açucar
- 2 colheres (sopa) de manteiga
- 1 xícara (chá) de leite
- 1 xícara (chá)
- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 1 colher (sopa) de fermento
- 2 colheres (sopa) de chocolate granulado

COMO FAZER
Bata a gema, o açucar e a manteiga até obter um creme. Acrescente o leite, a fazinha de trigo e o fermento. Junte por último as claras em neve e o chocolate. Despeje sobre uma forma untada e leve para assar em forno médio por 30 a 40 minutos.

Gelatina Colorida

Gelatina
1/2 litro de água
1 pacote de gelatina sabor morango

Creme
3 gemas
1 lata de leite condensado
2 latas de leite comum
2 a 3 colheres (sopa) de maisena
3 gotas de essência de baunilha

Montagem
3 claras
6 colheres (sopa) de açúcar refinado

Modo de preparo

Gelatina
Ferva 250 ml de água, acrescente a gelatina em pó e mexa. Retire do fogo, despeje em uma tigela e coloque 250 ml de água fria. Deixe esfriar fora da geladeira.
Creme do meio
Separe as gemas dos ovos e reserve a clara. Misture as gemas com os demais ingredientes, com exceção do açúcar, e leve ao fogo até engrossar. Coloque o creme em um recipiente de vidro para ir à geladeira.

Montagem
Bata as claras em neve com o açúcar, misture a gelatina e mexa com uma colher até incorporar. Coloque por cima do creme e leve à geladeira para endurecer a gelatina.