terça-feira, 22 de novembro de 2011
O Verdadeiro significado do natal
Nada. O Natal não é mencionado nenhuma vez nas Escrituras. Todos os anos, em todo o mundo, algumas pessoas guardam o dia escolhido pelos homens para comemorar o nascimento de Jesus. Algumas pessoas o guardam como um dia santo especial, enquanto muitas outras fizeram dele um tempo de comercialização, de interesses egoístas. As modernas comemorações do Natal têm pouco a ver com os fatos da Bíblia. A Bíblia não revela a data do nascimento de Cristo, nem mesmo o número de magos que o visitaram em Belém. As Escrituras não autorizam uma comemoração especial na igreja, nem um dia santo para comemorar o nascimento de Jesus. Evidentemente, a Bíblia não dá aprovação ao materialismo egoísta, tão comum nessa época do ano. Mas Jesus nasceu, e por um motivo muito bom. Ele veio para salvar-nos do pecado (1 Timóteo 2:6). Ele é o Rei, não só dos judeus, mas de todos os homens (Mateus 28:18-20). Sua grande vitória veio, não com seu nascimento, mas com sua morte e ressurreição. Esta é a vitória que o faz nosso Redentor, digno de honra e adoração (Apocalipse 5:8-14). Hoje, precisamos imitar os magos, que procuraram tão esforçadamente encontrar Jesus. Não podemos nos contentar com as crenças tradicionais, as doutrinas humanas, ou os dogmas das igrejas. Temos que examinar as Escrituras (Atos 17:11). Temos que aceitar o que é certo e rejeitar o que é errado (1 Tessalonicenses 5:21-22). Temos que estar certos de que Jesus veio a esta Terra uma vez, e que ele voltará para chamar-nos ao julgamento (Atos 17:30-31; 2 Coríntios 5:9-10). Na época do Natal, quando muitas pessoas mostram uma religião superficial e falam sobre um Jesus desconhecido para elas, nós devemos lembrar que é possível ser só cristãos, seguidores de Jesus. Não devemos ensinar ou defender doutrinas de homens. Temos que simplesmente seguir a Jesus e encorajar outros a fazerem a mesma coisa. Que possamos adorar a Cristo de acordo com a vontade dele!
sábado, 22 de outubro de 2011
Dobraduras

As dobraduras mais acessíveis às crianças da pré-escola são aquelas que exigem no máximo quatro ou cinco movimentos de dobrar. Os primeiros movimentos devem ser o de dobrar um papel ao meio, abri-lo e depois novamente dobrar ao meio. Dobrar na diagonal também é importante.
Todo o caminho da dobradura deverá ser feito por etapas. O professor realiza a ação de dobrar e os alunos imitam. Cada peça dobrada merece uma conversa. Assim: “Vamos dobrar o papel bem no meio e colocá-lo em pé sobre a mesa. O que temos? Uma cabana.” A conversa prossegue: “E se dobrarmos novamente? O que vamos conseguir? Uma cabaninha.” As cabanas poderão ser decoradas com lápis de cor, pintadas com tinta, decoradas com colagem de pauzinhos, serragem, aparas de lápis, etc.
Para iniciar qualquer dobradura é interessante que o professor entregue as crianças um papel quadrado, do tamanho ideal para confeccionar as peças.
Lateralidade

A criança, como também o adulto, tem sempre um lado do corpo que utiliza mais quando executa uma atividade, um movimento, como pegar e usar objetos, escrever, etc. Não se deve forçar a mudança do lado dominante da criança. O conhecimento e o domínio específico de um dos lados do corpo só é adquirido por ela quando há uma perfeita sintonia do esquema corporal.
O bebê ao nascer não tem opção por nenhum dos lados do corpo, ou seja, a posição reflexa é assimétrica: os membros do corpo ficam esticados para o lado em que a cabeça está virada. Já no terceiro mês de vida, ela entra num período de simetria: quando deitada de costas, movimenta igualmente os dois lados.
Aproximadamente com um ano meio de idade, já expressa preferência por um dos lados do corpo, notando-se isso quando ela passa a usar sempre a mesma mão para realizar determinadas tarefas. Mas nem sempre essa preferência se mantém; os dois lados são ainda utilizados.
Aos três anos ela já utiliza exclusivamente a mão dominante. É importante então não forçá-la a usar só a mão direita se o predomínio é dado à mão esquerda.
Para um efetivo conhecimento da lateralidade, é preciso levar a criança a:
- estabelecer com clareza o lado dominante do seu corpo;
- empregar os termos direita e esquerda;
- compreender que nosso sistema de escrita é convencionado da esquerda para a direita.
Sugestões de atividades de
lateralidade
As crianças devem ser estimuladas a partir de propostas variadas e oportunas.
1. Determinar a mão dominante realizando exercícios de apanhar objetos, lançar bolas, recolher papéis, grafar.
2. Reconhecer que o corpo tem dois lados exatamente iguais. O professor apresenta um dos lados de um boneco desenhado em cartolina e dobra o outro. As crianças são estimuladas, pouco a pouco, a descobrir as partes do corpo do boneco que se encontram no lado coberto. No final, o professor desdobra o desenho e apresenta a figura completa.

3. Colocar uma fita azul amarrada no pulso direito e uma fita vermelha amarrada no pulso esquerdo. A um sinal determinado pelo professor, as crianças devem erguer o braço dominante, ou o braço solicitado.
4. Obedecer ordens dadas pelo professor: “A porta está do seu lado direito. Vá abri-la!” ou “As janelas estão do seu lado esquerdo. Feche uma delas.”
5. Apontar o colega que está sentado à direita ou à esquerda. Dizer o nome dele.
6. Caminhar para a direita ou para a esquerda.
7. Dar passos para a direita. Dar meia volta e continuar caminhando só pelo lado direito. Fazer o mesmo com o lado esquerdo.
8. Fazer movimentos seguindo ordens de comando: “Virar à direita! Virar à esquerda! Levantar o braço direito! Levantar o braço esquerdo! Apontar para a direita! Apontar para a esquerda!”
9. Ao passar para o trabalho com material gráfico, o professor deve valer-se dos exercícios de simetria, solicitando às crianças que completem o lado da figura que não está desenhado.


Equilibra conscientemente o corpo no espaço; tem melhor desenvolvimento motor e melhor acuidade visual e auditiva.
Gosta de jogos agitados; procura suplantar com suas atividades a própria possibilidade motora: salta o mais alto que pode, quer correr mais que todos, constrói torres mais alta que ela. Pode fazer pular uma bola e pegá-la com facilidade. Experimenta usar ferramentas ou costurar com pontos largos.
É muito ativa, o ritmo está bem desenvolvido. Começa a ganhar força. Impõe-se tarefas mais precisa à medida que o meio lhe restringe a liberdade de movimentos.
Há grande expansão do desenvolvimento intelectual; certo nível de maturidade é atingido e ela adquire conhecimentos variados.
A linguagem está completa. As necessidades sociais e culturais são incorporadas ao pensamento, contribuindo para estruturá-lo. Com o apoio da linguagem, as classes lógicas se constituem gradualmente; os conceitos ganham em generalidade e precisão, baseados em experiências tanto verbais quanto concretas, motivados pela intensa curiosidade e necessidade de comunicação.
A partir do sexto ano, a sociedade impõe à criança novas formas de contato social, novos conhecimentos e novos modelos de comportamento. Ela consegue adaptar-se a grupos cada vez maiores; é muito sociável. Faz questão de não destoar do resto do grupo.
É sensível ao estado emocional de outras pessoas, principalmente ao dos pais.
Não trata bem os irmãos menores sem a supervisão da mãe ou do pai; nem os colegas, sem a do professor. Precisa de normas para dirigir sua conduta.
Gosta de brincar em grupo, porém tem ciúmes dos amigos.
Fica feliz ao ser elogiada. É muito mais fácil conseguir dela um comportamento adequado através do estímulo do que pela censura.
Mundo da Alfabetização
15 de outubro de 2011
Dia do Professor

Mas relaxa, não há com o que se preocupar.........
sábado, 17 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Folclore
Dia do Folclore - 22 de Agosto
Podemos chamar de folclore aquilo que é fantasia, invenção de um povo, onde são envolvidas suas tradições, costumes e lendas.
São as manifestações populares que podem aparecer em festas, alimentos, remédios, crenças, superstições, danças, contos populares, provérbios, adivinhações, apelidos, artigos de artesanato, brincadeiras infantis, dentre várias outras.
Esses elementos folclóricos são transmitidos de pai para filho, de geração a geração, sem que se percam ao longo do tempo. Variam de região para região, de grupo social, de etnia.
A palavra folclore é derivada das palavras “folk e lore”, que significam povo e conhecimento, respectivamente.
O surgimento da data se deu através do arqueólogo inglês William John Thoms, onde o mesmo resolveu fazer um estudo sobre as tradições e lendas do seu país, solicitando apoio a uma revista de Londres.
Para isso, William não usou seu nome, mas o pseudônimo de Ambrose Merton, pois temia não ser entendido. A revista publicou a carta no dia 22 de agosto de 1846, motivo pelo qual foi escolhido como o dia do folclore.
O folclore brasileiro se originou através da mistura de diferentes raças, como dos índios, dos negros e dos brancos que colonizaram nossa terra. A mistura dos conhecimentos de cada uma dessas raças foi sendo transmitida para a outra, formando nossa identidade cultural.
O folclore assume grande importância na história de todos os povos, pois por meio desse conjunto pode-se conhecer a antiga cultura e a formação da cultura presente nos dias de hoje. Dentre as características que possui é possível identificar os fatos folclóricos a partir do anonimato, já que todos os componentes folclóricos são de autoria desconhecida; da aceitação coletiva, já que cada pessoa absorve a essência folclórica e a repassa aos outros a partir de seu entendimento próprio; e da transmissão oral, já que antigamente não havia meios de comunicação como na atualidade. Para manter vivo o folclore típico de cada região existem datas específicas para a realização dos festejos e artes.Os personagens folclóricos mais conhecidos da nossa cultura são: o Curupira, o homenzinho que vive nas florestas, tem os pés voltados para trás, cabelo vermelho e que protege a natureza dos homens que tentam destruí-la; o Saci-Pererê, negrinho de uma perna só, que usa uma carapuça vermelha e fuma cachimbo, faz travessuras, esconde objetos, entra em redemoinhos e também assusta pessoas que tentam destruir as florestas; o Boto é uma espécie de peixe que se transforma em homem, para encartar as moças, levando-as para morar com ele nos rios do Amazonas; e a mula-sem-cabeça, uma mulher que fez tanto mal que a própria natureza a fez soltar fogo pelo pescoço, como castigo.
Por:
Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Gabriela CabralEquipe Brasil Escola
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Brincadeiras de infância
| Faixa etária | Acima de 4 anos |
| Local | Calçada, Praia, Quintal, Quadra de esportes, Praça |
| Estimular | Equilíbrio, Agilidade, Mira |
| Participantes | 1+ |
| Material | Giz e um marcador para cada participante |
Como brincar
Desenhe o diagrama com o giz sobre a calçada ou asfalto. O traçado tradicional é um retângulo grande dividido em dez retângulos menores – as ‘casinhas’ – numerados de 1 a 10. Na parte superior do diagrama, faça uma meia-lua e escreva a palavra ‘Céu’.Para jogar, fique atrás da linha do início do traçado – do lado oposto à palavra ‘Céu’ – e atire o marcador na casinha que não poderá ser pisada, começando pelo número 1. Atravesse o resto do circuito com pulos alternados nos dois pés e em um pé só. Ao chegar no ‘Céu’, faça o caminho de volta do circuito, pegue o marcador - sem pular na casa onde ele está – e volte para trás do traçado. Depois jogue o marcador na próxima casinha e assim sucessivamente. Se errar, será a vez do próximo jogador. Vence quem completar todo diagrama primeiro.
Dica: para inovar, faça circuitos em formatos diferentes, como caracol ou retângulos maiores. Para as crianças mais novas, os circuitos podem ser menores e podem ser feitas exceções – como, por exemplo, permitir que elas pulem com os dois pés em todas as casas.
Brincadeiras de infância
| Faixa etária | Acima de 4 anos |
| Local | Praia, Quintal, Quadra de esportes, Condomínio |
| Estimular | Velocidade, Coordenação motora, Agilidade, Atenção |
| Participantes | 5+ |
Como brincar
O jogo começa elegendo um dos participantes como o pegador. Este, dado um sinal, passa a perseguir os outros jogadores. Quem for alcançado primeiro passa a ser novo pegador. Por sua simplicidade, não há limites para criar regras para este jogo.Pode haver mais de um pegador ou os participantes podem correr de costas, por exemplo. Na versão ‘agachado’ quem estiver de cócoras fica a salvo, mas não pode permanecer nessa posição por mais de 5 segundos e o pegador não pode ficar muito próximo ao perseguido no momento dele levanta. Já no pique-pega, os participantes escolhem um lugar para o pique, pode ser uma árvore, uma trave da quadra. O jogador que tocar o pique durante a perseguição não poderá ser pego, mas, assim como no ‘agachado’ não pode ficar por ali por muito tempo. Da mesma forma, pode haver vários piques.
domingo, 21 de agosto de 2011
Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta? A sensatez de Herbert Vianna.
Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.
“Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos....
domingo, 14 de agosto de 2011
"Inteligência sem emoção não funciona"
A Semana > Entrevista
| N° Edição: 2173 | 01.Jul.11 - 21:00 | Atualizado em 07.Jul.11 - 15:47
George Vittorio Szenészi
"Inteligência sem emoção não funciona"
O psicoterapeuta diz como a capacidade de lidar bem com os sentimentos ajuda a ter sucesso na
carreira e assegura que as empresas que constroem ambientes harmoniosos são mais produtivas.
Cilene Pereira
MÉTODOS
Szenészi ensina técnicas capazes de eliminar
emoções que atrapalham o processo de decisão
A maioria dos estudos realizados para descobrir o perfil do profissional de sucesso revela que ele deve ser capaz de se relacionar bem com os companheiros de trabalho. Isso implica habilidade para ouvir, falar de maneira clara,
evitar rompantes de irritação ou outras situações desagradáveis e compreender as emoções do outro. Ou seja, ter o que os especialistas chamam de inteligência emocional no trabalho. Afinal, não basta mais apenas ser um
profissional com excelente conhecimento sobre sua área. É preciso saber lidar com suas emoções – e com a dos
outros – para que o desempenho seja melhor.
Trata-se de um conceito cada vez mais debatido no mundo do trabalho. Está comprovado que quanto mais os
funcionários trabalham em harmonia, maior a produtividade. Consequentemente, mais significativos são os lucros.
“Estamos assistindo a uma mudança importante. No passado, montadoras como a Ford e a Volvo tiveram influência
como modelos no processo produtivo. Hoje, grandes empresas de tecnologia estão estabelecendo novos exemplos
para as organizações humanas”, diz o psicoterapeuta George Vittorio Szenészi, 64 anos. Consultor, participante de
programas e palestras de desenvolvimento para executivos e profissionais e coaching emocional – ajuda na
administração de emoções no desempenho pessoal e profissional –, ele deu a seguinte entrevista à ISTOÉ, de seu
consultório, em Florianópolis (SC).
"Uma pessoa em estado de irritação não está
em condição emocional própria para tomar decisões"
"Crianças criadas ouvindo regras que impediram a manifestação
dos sentimentos têm mais dificuldade de lidar com eles"
No que se concentram os estudos de inteligência emocional?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Eles buscam entender o peso e os efeitos que as emoções têm na habilidade de cada um para lidar com o
cotidiano pessoal e profissional.
Istoé - Qual a relação do conceito com o mundo do trabalho?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Os estudos apontam que os sentimentos, os valores e as preferências individuais e os relacionamentos têm
impacto fundamental na vida pessoal e profissional. Indicam ainda que a performance não depende apenas do
quociente de inteligência (QI): pessoas com QI alto podem ter menos sucesso no trabalho do que aqueles com QI
inferior à média.
Istoé - O que caracteriza um profissional sem inteligência emocional para o trabalho?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Pessoas com inteligência emocional pouco desenvolvida têm dificuldade para estabelecer uma relação
harmônica com os outros. Podem ser incapazes de ouvir. E esse é um grande desafio – elas têm imensa
dificuldade para abrir mão temporariamente de suas convicções apenas para entender os outros.
Istoé-Há outras marcas?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
É comum não reconhecerem suas emoções. E essa habilidade é fundamental para um bom profissional. Ele deve
saber quando está sob o domínio de sentimentos e que, por isso, precisa evitar decisões, adequar
comportamentos e mudar atitudes. Uma pessoa em estado de euforia, irritação ou frustração não está em
condição emocional própria para tomar decisões.
Istoé - Qual a relação entre as emoções e as decisões?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Há ligações entre os circuitos cerebrais responsáveis pelo processamento das emoções e os circuitos do
raciocínio e da tomada de decisões. O que podemos afirmar é que inteligência sem emoção não funciona.
Istoé - Por quê?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
As emoções fornecem os critérios norteadores do processo racional. Toda decisão se dá num “molho emocional”
no qual se situam as preferências, os impactos das experiências passadas, os valores pessoais e organizacionais,
critérios como urgência ou qualidade. Não existe inteligência efetiva sem vida emocional efetiva. Pessoas
emocionalmente instáveis tomam decisões, frequentemente, inadequadas.
Istoé - Como age um profissional com pouca inteligência emocional no relacionamento
com os colegas de trabalho?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Ele possivelmente não sabe lidar de maneira compreensiva com a emoção dos outros. Enxerga mais a si do que o
outro. Muitos têm dificuldade de saber quando o outro está num momento para ouvi-lo e perdem excelentes
oportunidades para se calar – e falam, sem perceber que sua fala não está chegando ao principal “órgão decisor”
de qualquer um – o coração.
Istoé - Por que parece haver tantos indivíduos com baixa inteligência emocional em
cargos de chefia?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Há alguns fatores envolvidos nisso. Se sou um diretor de uma empresa e não tenho sensibilidade para essa
questão, não vou reparar que um gerente meu, por exemplo, não trata bem sua equipe. Em geral, essas pessoas
trazem resultados, o que faz com que a companhia releve sua dificuldade de relacionamento. Mas aí reside um
grande equívoco. Se o gerente usasse mais sua inteligência emocional, sua equipe produziria mais com menos
estresse, com mais energia e utilizando seu tempo com maior eficácia.
Istoé - O que o subordinado de um chefe sem QI emocional pode fazer?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Ele deve usar a sua inteligência emocional para entender como seu superior funciona, o que precisa fazer para
ser ouvido, como criar momentos para tratar do tema que deseja.
Istoé - As empresas estão mais atentas ao peso dos sentimentos no desempenho de seus
funcionários?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Estão mais atentas a certos aspectos da questão, como os relacionamentos, a solução de conflitos e o
desenvolvimento de lideranças. Não me parece que olhem especificamente para os sentimentos, a não ser nas
pesquisas de satisfação no trabalho, que com frequência geram mais relatórios que medidas efetivas. Olham para
a motivação, mas nessa área boa parte ainda busca correções por meio de “palestras de motivação”.
Desconhecem que a motivação que faz diferença é a oriunda das preferências, dos desejos pessoais e dos estilos
de cada um, e não de um palestrante que transfere o seu entusiasmo para os ouvintes.
Istoé - O que as companhias perdem em não contemplar esse aspecto?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Perdem sua energia – a disposição de cada colaborador – , seu tempo – mal usado pelos desgastes humanos e
menor qualidade do trabalho – , e seu dinheiro, investido nas pessoas que oferecem menos do que poderiam. Se
uma companhia constrói um ambiente que auxilia seus colaboradores a lidar com seu lado emocional – o que
significa ajudá-los a saber o que fazer com as emoções ruins, a ouvir, a falar, a compreender o outro, a
desenvolver a paciência – , certamente irá crescer muito mais. Se o ser humano ficar mais livre para expressar
sua alegria e bom humor, seu afeto e prazer com coisas da vida organizacional, a sua criatividade, inventividade,
flexibilidade e a saúde física e mental terão ganhos extraordinários.
Istoé - Há como medir o que elas ganhariam investindo no fortalecimento emocional dos
funcionários?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
É difícil mensurar. Mas cerca de 70% dos problemas têm relação com dificuldades de comunicação, por
exemplo. Muitos chefes não sabem ouvir, não têm clareza na comunicação, distorcem informações, funcionam
mais por julgamentos do que por observações, valem-se da autoridade mais do que da persuasão informada,
buscam a obediência mais do que o compromisso da equipe. Porém, em equipes que trabalham seu equilíbrio
emocional, a produtividade é maior.
Istoé - O que leva uma pessoa a não desenvolver inteligência emocional?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Temos que entrar na história das emoções para chegar a essa questão. Trata-se de um processo que começou a
ser desenvolvido há milhões de anos a fim de garantir respostas rápidas para a sobrevivência da espécie. A
emoção é uma reação do corpo em resposta a eventos da vida. Reagimos com emoções quando estamos diante
de situações interpretadas pelo cérebro como oportunidades que apoiam a vida pessoal e a continuidade do
indivíduo e da espécie ou como ameaças à sua integridade. São alarmes que avisam e nos predispõem para a
ação. Quando agradáveis, nos dizem para continuar. Quando desagradáveis, nos avisam que algo ameaça a
integridade da vida ou da continuidade da espécie. Foram úteis no tempo dos predadores e das forças
desconhecidas da natureza. A construção da civilização interferiu nisso.
Istoé - De que maneira?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
As sociedades criaram normas de “boa educação”, incluindo a regulação da manifestação das emoções. A raiva,
o medo, o amor, começaram a ser mediados pelos códigos de boa conduta e até pela religião. Quando o bebê
começa a manifestar raiva, por exemplo, é ensinado com um tapa na mão que não pode ter esses acessos.
Istoé - Qual a consequência disso?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
O ser humano desenvolveu outras formas de ter sua vida emocional. Descobriu que podia ter medo e raiva, mas
sem mostrar. E criou emoções substitutas, socialmente aceitas. Em vez da raiva, surgiram o ressentimento, a
mágoa, a irritação e o ódio, às vezes o ciúme ou a arrogância. Para substituir o medo veio a ansiedade, a
indecisão. No lugar da tristeza, a saudade, a solidão.
Istoé - Esses sentimentos são piores do que os outros?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Sim. As emoções naturais, como a raiva, a alegria, são intensas. Surgem, ativam o corpo para reagir e
desaparecem. As que as substituem são menos intensas, porém ficam por dias, meses, anos. Os sentimentos
substitutos continuam lá, nos pedindo para serem trabalhados para que possam chegar ao fim. Eles impedem que
os eventos que os guardam na memória sejam integrados ao acervo de experiências que geram a autonomia, a
flexibilidade e as capacidades que aumentam nossa habilidade de lidar com a vida.
Istoé - Por que alguns têm mais inteligência emocional do que outros?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Faz parte da educação que cada um teve na infância. Crianças que foram ensinadas a lidar com as emoções, para
as quais foi permitido que os sentimentos naturais viessem à tona e ao mesmo tempo aprenderam a administrar
essas emoções colocando-as sob a orientação do respeito a si, ao outro e à coletividade, tornam-se adultos com
maior inteligência emocional. As que foram criadas ouvindo regras que impediram a manifestação dos
sentimentos apresentam mais dificuldade de lidar com seus estados emocionais.
Istoé - Como usar as emoções de maneira adequada?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Temos que aprender a capacidade de fazer uma emoção desagradável desaparecer rapidamente. Veja o problema
da indecisão: não é a análise das alternativas que vai fornecer a solução. O problema é a indecisão em si, que é
um medo não expresso. Elimine o sentimento da indecisão e a sua mente, acalmada, ficará livre do medo oculto
e você tomará a melhor decisão.
Istoé - Quais os métodos que ajudam a fazer isso?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Há técnicas e práticas como a meditação capazes de dissipar sentimentos ruins muito rapidamente. Elas ajudam
a olhar para o evento da forma que teria acontecido se tudo tivesse dado certo.
Fonte: retirado do blog Pertinho de Deus.
domingo, 7 de agosto de 2011
Receita divertida para crianças

Cookies com chocolate
Uma coisa é fato: criança adora cookie. Quer surpreendê-las? Prepare, então, esses deliciosos cookies de chocolate em formato de bichinhos… Não perca tempo, anote já a receita!
Tipo de prato: SobremesaRendimento: 60 porçõesDificuldade: FácilCategoria: Biscoito e bolacha
Ingredientes:
. 2 ovos
. 3/4 de xícara de açúcar mascavo
. 1/2 xícara de açúcar branco
. 250 g de manteiga
. 1 colher (chá) de fermento em pó
. 2 ½ xícaras de farinha de trigo
. 100 g de coco ralado fresco
. 1 xícara de gotas ou pedacinhos de chocolate
Modo de preparo:
Em uma tigela, bata ligeiramente os ovos e acrescente os dois tipos de açúcar e a manteiga, misturando bem. Junte o fermento, a farinha de trigo, o coco e as gotas de chocolate e mexa até obter uma pasta. Abra a massa sobre uma superfície forrada com papel-manteiga e coloque-a em uma assadeira. Leve para gelar por 15 minutos. Transfira para uma superfície lisa. Corte os biscoitos com cortadores de diferentes formatos e transfira-os para uma assadeira forrada com papel-manteiga. Leve ao forno moderado (180 °C) por 20 minutos ou até os biscoitos dourarem. Polvilhe com açúcar branco.
sábado, 30 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
Dicas para ajudar a mamãe a superar a estomatite no bebê
Levamos a pediatra que confirmou a estomatite e nos disse que ele ainda iria ficar sem comer por uns 3 dias.
É uma situação horrível, você ver seu filho com fome e sem poder comer nada, nem mamar no peito que ele ama consegue, é de dar dó.
Algumas dicas nos foram pimordiais:
* Limpar a gengiva com gaze e uma solução chamada Benzitrat, as vezes sangra, mas isto não vai deixar a região infeccionar;
*Pingar um flaconete de Nistatina de 6/6 hs em cada lado da boca;
* Passar xilocaína( sabor laranja) em toda a gengiva e por tras dos dentinhos 15 minutos antes de tentar dar algo para o bebê comer, pois ela tem efeito anestesico, isso ajuda na hora de comer;
* Como meu pequeno não comia nada, eu peguei uma seringa de medicamento( dessas do tipo que vem junto com a amoxixilina) e dei leite , sopinha batida no liquidificador nela ao meu filho, mesmo ele não querendo, fui firme e isto o alimentou e graças a Deus ele aos poucos vai reagindo e melhorando;
* Tente dar coisas liquídas na seringa, como gelatina, sorvete, danete, soro, pois desta forma não machuca a boquinha cheia de afta e a criança não fica fraca.
Espero ter ajudado.
Beijos
terça-feira, 24 de maio de 2011
O poder do papel do professor hoje

O papel e a atuação do professor já não é há muito tempo a mesma do passado. Antes ele detinha “todo” conhecimento e depositava nos seus alunos aquilo que havia estudado. Porém, esse estudo era normalmente lido e repassado para eles sem reflexão ou visão crítica dos conteúdos.
Hoje, felizmente, podemos e devemos ensinar nossos alunos a pensar, a questionar e a aprender a ler a nossa realidade, para que possam construir opiniões próprias.
Para que isto ocorra o professor deve, em primeiro lugar, gostar e acreditar naquilo que faz, ou seja, através de seus atos e ações ele servirá de modelo para seus alunos; se ele ensina a refletir ele deve também refletir, se ele ensina a respeitar o próximo ele deve respeitar seus alunos e assim por diante. Deste modo ele está sendo uma prova viva daquilo que está ensinando, pois bem a sua frente existem seres humanos que estão sendo moldados por ele.
O aluno é como se fosse um solo fértil , onde o professor semeia suas melhores sementes para que se produzam belos frutos. A relação professor/aluno deve ser cultivada a cada dia, pois um depende do outro e assim os dois crescem e caminham juntos. E é nessa relação madura que o professor deve ensinar que a aprendizagem não ocorre somente em sala de aula. Se estivermos atentos aprendemos a todo momento e não só na escola com o professor. Assim, o aluno irá desenvolver um espírito pesquisador e interessado pelas coisas que existem; ele desenvolverá uma necessidade por aprender, tornando-se um ser questionador e crítico da realidade que o circunda. Como diz o filósofo: “O verdadeiro objetivo da Educação não é meramente prover informação, mas o estímulo de uma consciência interna” (Al- Ghazali).
PROFESSORES QUE INSPIRAM, por Dr. Anthony P. Witham
” Professores que inspiram . . .
- percebem que , em última análise, não irá contar o quanto seus alunos aprenderam , mas o quanto acumularam conhecimento e habilidades que possam ser usadas por toda a vida;
- despertam o potencial infantil ao invés de reprimi-lo; elogiam o esforço de cada aluno ao invés de ignorá-lo, estimulam ao invés de encobrir a curiosidade da criança;
- percebem que eles devem respeitar seus alunos, sem impor seus valores pessoais, pois cada um precisa explorar e estabelecer seus valores próprios;
- ajudam os alunos a descobrir seus dons, porém esses talentos “escondidos” podem ser facilmente dominados se o principal enfoque estiver no texto ou na avaliação, e não na criança;
- disponibilizam seu tempo espontaneamente e lembram-se de encorajar aqueles que têm mais dificuldades;
- corrigem os erros do aluno e elevam sua auto-estima ao mesmo tempo;
- motivam mentes jovens a pensar por eles mesmos , muito mais do que se preocupam com fatos que exijam memorização;
- percebem que o maior de todos os presentes que eles podem oferecer a seus alunos não é seu talento pessoal ou sua esperteza, mas ajudar cada a um a descobrir e a se apropriar de sua própria esperteza e talento;
- encorajam mentes a pensar, mãos a criar e corações a amar – professores que exigem muito e que recebem muito;
- nunca se empenham em explicar sua visão pessoal de mundo, mas simplesmente convidam seus alunos a ficarem ao seu lado para que eles possam ver o mundo por eles mesmos;
- minimizam as deficiências de seus alunos e realçam seu dom natural. Tais professores nunca forçam um dançarino a cantar nem um cantor a dançar. Eles permitem com que seus alunos acendam sua própria “lâmpada” no momento e da maneira deles;
- acreditam que a comunicação em sala de aula não melhora se falada em voz muito alta;
- acreditam que exemplo não é uma ferramenta de influências para impressionar mentes jovens, e sim a chave para moldar atitudes positivas, valores e hábitos de estudo para os alunos;
- recordam seus alunos de que ganhar não é tudo na vida, mas ir em busca de seus ideais sim;
- sabem que o presente mais valioso do mundo não é dinheiro nem livros, mas ter uma vida nobre;
- não acham que eles têm que estar com seus alunos, eles querem estar com eles. Ensinar não é uma profissão , mas uma escolha que optaram em consideração ao próximo;
- concordam com Eleanor Roosevelt que disse, “O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos”;
- percebem que na vida de cada aluno existe um espaço esperando ser preenchido pelo professor, que pode comunicar auto confiança, criação de talentos que não foram descobertos e incentivo às atitudes na vida para o seu crescimento;
- inspiram bons sentimentos nas crianças e na juventude, pois sabem que eles nunca irão conseguir medir o quanto influenciaram na vida de uma criança;
- acreditam que algum dia seus alunos irão perceber que eu estou lá para ajudá-los a alcançar seus objetivos ou a completar suas tarefas, a melhorar sua auto-imagem e que existem algumas fronteiras que eles não podem alcançar;
- acreditam no credo: “ensine aquilo que a sua consciência achar certo; ensine aquilo que a sua razão disser que é o melhor; ensine com toda o seu espírito e poder; faça o seu dever e seja abençoado”;
- acreditam que aprender, fazer e ensinar acontecem quase que ao mesmo momento na vida -elas ocorrem normalmente simultaneamente. A criança que estamos ensinando a ler e a escrever está, ao mesmo tempo, nos ensinando sobre a inocência e a maravilha;
- tentam garantir a cada criança oportunidades iguais – não se tornar “igual” mas “diferente”, compreender todo potencial do corpo, mente e espírito que ele ou ela possui;
- optam por alternativas positivas em estabelecer disciplina em sala de aula, ao invés de depender unicamente das formas diversas de punição;
- encorajam e afirmam para a criança não aquilo que ela é, mas aquilo que ela virá a ser;
- estão sensíveis por saber o quanto suas palavras e ações podem afetar seus alunos positiva ou negativamente;
- acreditam que um relacionamento positivo entre aluno e professor se origina através do respeito;
- suscitam atitudes positivas em sala de aula e criam uma corrente contínua de pensamentos e idéias positivas;
- são entusiastas, enérgicos e eternamente otimistas em relação à potencialidade de seus alunos;
- concordam com o pensamento de Grayson Kirk’s que diz: “A função mais importante da educação, em qualquer grau, é desenvolver a personalidade do indivíduo e o significado de sua vida para ele mesmo e para os outros”.
Eduque acima de tudo por amar aquilo que faz, pois este é o grande diferencial do verdadeiro mestre.
sábado, 21 de maio de 2011
Texto excelente sobre Alfabetização
RECEITA DE ALFABETIZAÇÃO
Por: Marlene CarvalhoPegue uma criança de 6 anos e lave-a bem.Enxugue-a com cuidado, enrole-a num uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula.Nas oito primeiras semanas, alimente-a com exercícios de prontidão, ou seja, exercícios para que ela fique pronta para aprender a ler.
Na nona semana, ponha uma cartilha nas mãos da criança. Tome cuidado para que ela não se contamine no contato com livros, jornais, revistas e outros perigosos materiais impressos, pois se isso ocorrer, ela vai querer ficar mexendo eles sempre.
Abra a boca da criança e faça com que ela engula as vogais, mande-a mastigar, uma a uma as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada, no mínimo, 60 vezes. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos. Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida faça com que a criança engula algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar.
Ao fim do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve, pelo menos, 70 % das palavras e frases engolidas. Se isto acontecer, considere a criança alfabetizada. Enrole-a num bonito papel de presente (a beca da formatura) e despache-a para a série seguinte.Se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a receita desde o início, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita quantas vezes for necessário. Ao fim de três anos, embrulhe a criança em papel pardo e coloque um rótulo: “ALUNO-DEFICIENTE.”
ALFABETIZAÇÃO SEM RECEITA
Por: Marlene Carvalho. Pegue uma criança de 6 anos ou mais, no estado em que estiver, suja ou limpa, e coloque-a numa sala de aula onde existem muitas coisas escritas para olhar e examinar. Servem jornais velhos, revistas, embalagens, propaganda eleitoral, latas de óleo vazias, caixas de sabão, sacolas de supermercado, enfim, tudo que estiver entulhando os armários da escola e da sua casa.
Convide a criança para brincar de ler, adivinhando o que está escrito: você vai descobrir que ela já sabe muitas coisas.Converse com a criança, troque idéias sobre quem são vocês e as coisas de que gostam e não gostam. Escreva no quadro algumas das coisas que foram ditas e leia para ela. Peça a criança que olhe as coisas escritas que existem por aí, nas lojas, nos ônibus, nas ruas, na televisão.
Escreva algumas destas coisas no quadro. Deixe a criança cortar letras, palavras e frases dos jornais velhos e não esqueça de mandá-las limpar o chão depois para não criar problemas na escola. Todos os dias leia em voz alta para a criança alguma coisa interessante: historinha, poesia, notícia de jornal, anedota, letra de música, adivinhação. Mostre para a criança alguns tipos de coisas escritas que talvez ela não conheça: catálogo de telefone, um dicionário, um telegrama, uma carta, um bilhete, um livro de receitas de cozinha, por exemplo.Desafie a criança a pensar sobre a escrita e pense você também.
Quando a criança estiver tentando escrever, deixe-a perguntar ou ajudar o colega. Não se apavore se a criança estiver “comendo” letras, até hoje não houve caso de indigestão alfabética. Acalme a supervisora e a diretora se elas ficarem alarmadas.Invente sua própria cartilha. Use sua imaginação e sua capacidade de observação para ensinar a ler. Leia e estude, você também.
Pedagogia Vinhedo
http://pedagovinhedo.blogspot.com/2009/05/alfabetizacao.html
Bolo de cenoura

Bata no liquidificador 3 ovos, 1 xícara (chá) de óleo e 3 cenouras sem pele picadas.
Quanto mais você bater, mais a cenoura vai se diluir, e ele ficará mais e mais amarelinho.
Batendo um pouco menos, você terá aquela massa com pequeninos pedaços de cenoura.
O meu é o primeiro caso. Então, 5 minutos de liquidificador!
Deite essa massa em uma tigela e acrescente 2 xícaras (chá) de açúcar peneiradas junto 3 xícaras (chá) de farinha de trigo. Esse é o pulo do gato que eu nunca iria imaginar…
Por fim, adicione 1 colher de sopa de fermento em pó químico. Daquele jeito, misturando levemente com o fouet.
Leve ao forno em uma forma alta, por 35 minutos.
A cobertura? Ah, é fácil!
Leve uma panelinha ao fogo médio, com 3 colheres (sopa) de chocolate em pó, 2 colheres (sopa) de açúcar, 1 colher (sopa) de manteiga e 1 colher (sopa) de leite integral, até derreter o açúcar.











