sábado, 27 de agosto de 2011

Brincadeiras de infância

​AMARELINHA
Faixa etária Acima de 4 anos
Local Calçada, Praia, Quintal, Quadra de esportes, Praça
Estimular Equilíbrio, Agilidade, Mira
Participantes 1+
Material Giz e um marcador para cada participante

Como brincar

Desenhe o diagrama com o giz sobre a calçada ou asfalto. O traçado tradicional é um retângulo grande dividido em dez retângulos menores – as ‘casinhas’ – numerados de 1 a 10. Na parte superior do diagrama, faça uma meia-lua e escreva a palavra ‘Céu’.

Para jogar, fique atrás da linha do início do traçado – do lado oposto à palavra ‘Céu’ – e atire o marcador na casinha que não poderá ser pisada, começando pelo número 1. Atravesse o resto do circuito com pulos alternados nos dois pés e em um pé só. Ao chegar no ‘Céu’, faça o caminho de volta do circuito, pegue o marcador - sem pular na casa onde ele está – e volte para trás do traçado. Depois jogue o marcador na próxima casinha e assim sucessivamente. Se errar, será a vez do próximo jogador. Vence quem completar todo diagrama primeiro.

Dica: para inovar, faça circuitos em formatos diferentes, como caracol ou retângulos maiores. Para as crianças mais novas, os circuitos podem ser menores e podem ser feitas exceções – como, por exemplo, permitir que elas pulem com os dois pés em todas as casas.

Brincadeiras de infância

PEGA-PEGA
Faixa etária Acima de 4 anos
Local Praia, Quintal, Quadra de esportes, Condomínio
Estimular Velocidade, Coordenação motora, Agilidade, Atenção
Participantes 5+

Como brincar

O jogo começa elegendo um dos participantes como o pegador. Este, dado um sinal, passa a perseguir os outros jogadores. Quem for alcançado primeiro passa a ser novo pegador. Por sua simplicidade, não há limites para criar regras para este jogo.

Pode haver mais de um pegador ou os participantes podem correr de costas, por exemplo. Na versão ‘agachado’ quem estiver de cócoras fica a salvo, mas não pode permanecer nessa posição por mais de 5 segundos e o pegador não pode ficar muito próximo ao perseguido no momento dele levanta. Já no pique-pega, os participantes escolhem um lugar para o pique, pode ser uma árvore, uma trave da quadra. O jogador que tocar o pique durante a perseguição não poderá ser pego, mas, assim como no ‘agachado’ não pode ficar por ali por muito tempo. Da mesma forma, pode haver vários piques.

domingo, 21 de agosto de 2011

Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta? A sensatez de Herbert Vianna.

Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.
“Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos....

Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?”

domingo, 14 de agosto de 2011

Caixinha de oração

Retirado do Pertinho de Deus.

Brincadeira para acabar com os piolhos













"Inteligência sem emoção não funciona"


A Semana > Entrevista
| N° Edição: 2173 | 01.Jul.11 - 21:00 | Atualizado em 07.Jul.11 - 15:47
George Vittorio Szenészi
"Inteligência sem emoção não funciona"
O psicoterapeuta diz como a capacidade de lidar bem com os sentimentos ajuda a ter sucesso na
carreira e assegura que as empresas que constroem ambientes harmoniosos são mais produtivas.
Cilene Pereira
MÉTODOS
Szenészi ensina técnicas capazes de eliminar
emoções que atrapalham o processo de decisão
A maioria dos estudos realizados para descobrir o perfil do profissional de sucesso revela que ele deve ser capaz de se relacionar bem com os companheiros de trabalho. Isso implica habilidade para ouvir, falar de maneira clara,
evitar rompantes de irritação ou outras situações desagradáveis e compreender as emoções do outro. Ou seja, ter o que os especialistas chamam de inteligência emocional no trabalho. Afinal, não basta mais apenas ser um
profissional com excelente conhecimento sobre sua área. É preciso saber lidar com suas emoções – e com a dos
outros – para que o desempenho seja melhor.
Trata-se de um conceito cada vez mais debatido no mundo do trabalho. Está comprovado que quanto mais os
funcionários trabalham em harmonia, maior a produtividade. Consequentemente, mais significativos são os lucros.
“Estamos assistindo a uma mudança importante. No passado, montadoras como a Ford e a Volvo tiveram influência
como modelos no processo produtivo. Hoje, grandes empresas de tecnologia estão estabelecendo novos exemplos
para as organizações humanas”, diz o psicoterapeuta George Vittorio Szenészi, 64 anos. Consultor, participante de
programas e palestras de desenvolvimento para executivos e profissionais e coaching emocional – ajuda na
administração de emoções no desempenho pessoal e profissional –, ele deu a seguinte entrevista à ISTOÉ, de seu
consultório, em Florianópolis (SC).
"Uma pessoa em estado de irritação não está
em condição emocional própria para tomar decisões"
"Crianças criadas ouvindo regras que impediram a manifestação
dos sentimentos têm mais dificuldade de lidar com eles"
No que se concentram os estudos de inteligência emocional?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Eles buscam entender o peso e os efeitos que as emoções têm na habilidade de cada um para lidar com o
cotidiano pessoal e profissional.
Istoé - Qual a relação do conceito com o mundo do trabalho?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Os estudos apontam que os sentimentos, os valores e as preferências individuais e os relacionamentos têm
impacto fundamental na vida pessoal e profissional. Indicam ainda que a performance não depende apenas do
quociente de inteligência (QI): pessoas com QI alto podem ter menos sucesso no trabalho do que aqueles com QI
inferior à média.
Istoé - O que caracteriza um profissional sem inteligência emocional para o trabalho?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Pessoas com inteligência emocional pouco desenvolvida têm dificuldade para estabelecer uma relação
harmônica com os outros. Podem ser incapazes de ouvir. E esse é um grande desafio – elas têm imensa
dificuldade para abrir mão temporariamente de suas convicções apenas para entender os outros.
Istoé-Há outras marcas?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
É comum não reconhecerem suas emoções. E essa habilidade é fundamental para um bom profissional. Ele deve
saber quando está sob o domínio de sentimentos e que, por isso, precisa evitar decisões, adequar
comportamentos e mudar atitudes. Uma pessoa em estado de euforia, irritação ou frustração não está em
condição emocional própria para tomar decisões.
Istoé - Qual a relação entre as emoções e as decisões?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Há ligações entre os circuitos cerebrais responsáveis pelo processamento das emoções e os circuitos do
raciocínio e da tomada de decisões. O que podemos afirmar é que inteligência sem emoção não funciona.
Istoé - Por quê?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
As emoções fornecem os critérios norteadores do processo racional. Toda decisão se dá num “molho emocional”
no qual se situam as preferências, os impactos das experiências passadas, os valores pessoais e organizacionais,
critérios como urgência ou qualidade. Não existe inteligência efetiva sem vida emocional efetiva. Pessoas
emocionalmente instáveis tomam decisões, frequentemente, inadequadas.
Istoé - Como age um profissional com pouca inteligência emocional no relacionamento
com os colegas de trabalho?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Ele possivelmente não sabe lidar de maneira compreensiva com a emoção dos outros. Enxerga mais a si do que o
outro. Muitos têm dificuldade de saber quando o outro está num momento para ouvi-lo e perdem excelentes
oportunidades para se calar – e falam, sem perceber que sua fala não está chegando ao principal “órgão decisor”
de qualquer um – o coração.
Istoé - Por que parece haver tantos indivíduos com baixa inteligência emocional em
cargos de chefia?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Há alguns fatores envolvidos nisso. Se sou um diretor de uma empresa e não tenho sensibilidade para essa
questão, não vou reparar que um gerente meu, por exemplo, não trata bem sua equipe. Em geral, essas pessoas
trazem resultados, o que faz com que a companhia releve sua dificuldade de relacionamento. Mas aí reside um
grande equívoco. Se o gerente usasse mais sua inteligência emocional, sua equipe produziria mais com menos
estresse, com mais energia e utilizando seu tempo com maior eficácia.
Istoé - O que o subordinado de um chefe sem QI emocional pode fazer?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Ele deve usar a sua inteligência emocional para entender como seu superior funciona, o que precisa fazer para
ser ouvido, como criar momentos para tratar do tema que deseja.
Istoé - As empresas estão mais atentas ao peso dos sentimentos no desempenho de seus
funcionários?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Estão mais atentas a certos aspectos da questão, como os relacionamentos, a solução de conflitos e o
desenvolvimento de lideranças. Não me parece que olhem especificamente para os sentimentos, a não ser nas
pesquisas de satisfação no trabalho, que com frequência geram mais relatórios que medidas efetivas. Olham para
a motivação, mas nessa área boa parte ainda busca correções por meio de “palestras de motivação”.
Desconhecem que a motivação que faz diferença é a oriunda das preferências, dos desejos pessoais e dos estilos
de cada um, e não de um palestrante que transfere o seu entusiasmo para os ouvintes.
Istoé - O que as companhias perdem em não contemplar esse aspecto?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Perdem sua energia – a disposição de cada colaborador – , seu tempo – mal usado pelos desgastes humanos e
menor qualidade do trabalho – , e seu dinheiro, investido nas pessoas que oferecem menos do que poderiam. Se
uma companhia constrói um ambiente que auxilia seus colaboradores a lidar com seu lado emocional – o que
significa ajudá-los a saber o que fazer com as emoções ruins, a ouvir, a falar, a compreender o outro, a
desenvolver a paciência – , certamente irá crescer muito mais. Se o ser humano ficar mais livre para expressar
sua alegria e bom humor, seu afeto e prazer com coisas da vida organizacional, a sua criatividade, inventividade,
flexibilidade e a saúde física e mental terão ganhos extraordinários.
Istoé - Há como medir o que elas ganhariam investindo no fortalecimento emocional dos
funcionários?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
É difícil mensurar. Mas cerca de 70% dos problemas têm relação com dificuldades de comunicação, por
exemplo. Muitos chefes não sabem ouvir, não têm clareza na comunicação, distorcem informações, funcionam
mais por julgamentos do que por observações, valem-se da autoridade mais do que da persuasão informada,
buscam a obediência mais do que o compromisso da equipe. Porém, em equipes que trabalham seu equilíbrio
emocional, a produtividade é maior.
Istoé - O que leva uma pessoa a não desenvolver inteligência emocional?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Temos que entrar na história das emoções para chegar a essa questão. Trata-se de um processo que começou a
ser desenvolvido há milhões de anos a fim de garantir respostas rápidas para a sobrevivência da espécie. A
emoção é uma reação do corpo em resposta a eventos da vida. Reagimos com emoções quando estamos diante
de situações interpretadas pelo cérebro como oportunidades que apoiam a vida pessoal e a continuidade do
indivíduo e da espécie ou como ameaças à sua integridade. São alarmes que avisam e nos predispõem para a
ação. Quando agradáveis, nos dizem para continuar. Quando desagradáveis, nos avisam que algo ameaça a
integridade da vida ou da continuidade da espécie. Foram úteis no tempo dos predadores e das forças
desconhecidas da natureza. A construção da civilização interferiu nisso.
Istoé - De que maneira?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
As sociedades criaram normas de “boa educação”, incluindo a regulação da manifestação das emoções. A raiva,
o medo, o amor, começaram a ser mediados pelos códigos de boa conduta e até pela religião. Quando o bebê
começa a manifestar raiva, por exemplo, é ensinado com um tapa na mão que não pode ter esses acessos.
Istoé - Qual a consequência disso?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
O ser humano desenvolveu outras formas de ter sua vida emocional. Descobriu que podia ter medo e raiva, mas
sem mostrar. E criou emoções substitutas, socialmente aceitas. Em vez da raiva, surgiram o ressentimento, a
mágoa, a irritação e o ódio, às vezes o ciúme ou a arrogância. Para substituir o medo veio a ansiedade, a
indecisão. No lugar da tristeza, a saudade, a solidão.
Istoé - Esses sentimentos são piores do que os outros?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Sim. As emoções naturais, como a raiva, a alegria, são intensas. Surgem, ativam o corpo para reagir e
desaparecem. As que as substituem são menos intensas, porém ficam por dias, meses, anos. Os sentimentos
substitutos continuam lá, nos pedindo para serem trabalhados para que possam chegar ao fim. Eles impedem que
os eventos que os guardam na memória sejam integrados ao acervo de experiências que geram a autonomia, a
flexibilidade e as capacidades que aumentam nossa habilidade de lidar com a vida.
Istoé - Por que alguns têm mais inteligência emocional do que outros?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Faz parte da educação que cada um teve na infância. Crianças que foram ensinadas a lidar com as emoções, para
as quais foi permitido que os sentimentos naturais viessem à tona e ao mesmo tempo aprenderam a administrar
essas emoções colocando-as sob a orientação do respeito a si, ao outro e à coletividade, tornam-se adultos com
maior inteligência emocional. As que foram criadas ouvindo regras que impediram a manifestação dos
sentimentos apresentam mais dificuldade de lidar com seus estados emocionais.
Istoé - Como usar as emoções de maneira adequada?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Temos que aprender a capacidade de fazer uma emoção desagradável desaparecer rapidamente. Veja o problema
da indecisão: não é a análise das alternativas que vai fornecer a solução. O problema é a indecisão em si, que é
um medo não expresso. Elimine o sentimento da indecisão e a sua mente, acalmada, ficará livre do medo oculto
e você tomará a melhor decisão.
Istoé - Quais os métodos que ajudam a fazer isso?
GEORGE VITTORIO SZENÉSZI -
Há técnicas e práticas como a meditação capazes de dissipar sentimentos ruins muito rapidamente. Elas ajudam
a olhar para o evento da forma que teria acontecido se tudo tivesse dado certo.

Fonte: retirado do blog Pertinho de Deus.

domingo, 7 de agosto de 2011

Receita divertida para crianças



Receita divertida, fácil de preparar e rica em nutrientes, que ajudará no desenvolvimento do seu filho, contribuindo para uma alimentação supersaudável.

Cookies com chocolate

Uma coisa é fato: criança adora cookie. Quer surpreendê-las? Prepare, então, esses deliciosos cookies de chocolate em formato de bichinhos… Não perca tempo, anote já a receita!
Tipo de prato: SobremesaRendimento: 60 porçõesDificuldade: FácilCategoria: Biscoito e bolacha
Ingredientes:
. 2 ovos
. 3/4 de xícara de açúcar mascavo
. 1/2 xícara de açúcar branco
. 250 g de manteiga
. 1 colher (chá) de fermento em pó
. 2 ½ xícaras de farinha de trigo
. 100 g de coco ralado fresco
. 1 xícara de gotas ou pedacinhos de chocolate
Modo de preparo:
Em uma tigela, bata ligeiramente os ovos e acrescente os dois tipos de açúcar e a manteiga, misturando bem. Junte o fermento, a farinha de trigo, o coco e as gotas de chocolate e mexa até obter uma pasta. Abra a massa sobre uma superfície forrada com papel-manteiga e coloque-a em uma assadeira. Leve para gelar por 15 minutos. Transfira para uma superfície lisa. Corte os biscoitos com cortadores de diferentes formatos e transfira-os para uma assadeira forrada com papel-manteiga. Leve ao forno moderado (180 °C) por 20 minutos ou até os biscoitos dourarem. Polvilhe com açúcar branco.